Não gosto de esperar; Não gosto de sofrer; Não gosto que as coisas não sejam do jeito que eu quero; Não gosto de estar errado; Não gosto de ficar só; Não gosto de não saber das coisas; Não gosto de dúvidas; Não gosto de não gostar de um monte de coisas; Não gosto que os outros me digam o que fazer; Não gosto da dor no meu peito; Não gosto que os outros não percebam o que me incomoda; Não gosto de imaginar coisas ruins; Não gosto de pensar que coisas boas são frágeis; Não gosto de me sentir indefeso; Não gosto de transparecer fraqueza; Não gosto que os outros achem que sabem tudo sobre mim; Não gosto de ser comum; Não gosto que tentem adivinhar o que penso ou o que sinto; Não gosto de sentir saudades; Não gosto de não estar perto de quem eu gosto; Não gosto de não realizar sonhos; Não gosto de só olhar; Não gosto de só falar; Não gosto de só... Não gosto das coisas fáceis, e tão pouco as impossíveis; Não gosto de não aprender na primeira vez, nem na segunda, nem na terceira; Não gosto d...
Com certeza eu já devo ter escrito sobre isso aqui, sobre o tempo, o aprendizado e a serenidade que ele traz. Por muitas vezes me peguei pensando do porque do caminho que tracei e permeio até hoje, pensar no passado, com saudade de alguns momentos e com arrependimento de outros, mas no fim entender que isso é completamente normal e cíclico, firmando com absoluta certeza de que farei o mesmo em alguns anos a frente. Desde muito cedo entendi que conseguiria as coisas com esforço, com a minha vontade, com o meu querer, no caminho que percorri até agora, gosto de pensar que grande parte do que consegui foi devido a isso mesmo, mas também não sou hipócrita pra não creditar a sorte que esse mesmo caminho me presenteou em diversas formas...pessoas, oportunidades e chances. Outra coisa que também aprendi sobre mim mesmo com o tempo, é que a inquietação constante não é uma inimiga, ela é o contrario, e me ajudou a aprender coisas, conhecer pessoas, ir a lugares, que eu nunca...
Estamos olhando desatentos para o momento errado. De volta a uma pequena ilha do fundo de nossa cabeça Escutamos o som de ruídos do outro lado da janela aberta Entre laços e lençois, o mundo gira, e vai mais rapido, ou mais devagar. Abrimos o baú e nao achamos nada Tentamos de todas as formas salvar quem nao precisa, quem nao quer. Molhamos o pao no cafe com leite todas as manhas Brigamos com todos e com nos mesmos, apenas para provar um ponto de vista Olhamos furiosos para os relogios dos outros Esquecemos o livro de baixo da mesa entre tantos labirintos, paredes de massa de bolo. Andamos em desertos sem areia Comendo o imaginario do dia a dia, de hora em hora. Todas as ilusoes verdadeiramente futeis nos cativam De forma que moldamos a nos mesmos de acordo com os outros, dando forma a vaso oco. Empurando para la e para ca até que caiam e se quebrem em milhoes de pedaços irrisórios. Vida mais feliz e triste, pena de si e daquela que voa sem destino, marasmo de...
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