Não gosto de esperar; Não gosto de sofrer; Não gosto que as coisas não sejam do jeito que eu quero; Não gosto de estar errado; Não gosto de ficar só; Não gosto de não saber das coisas; Não gosto de dúvidas; Não gosto de não gostar de um monte de coisas; Não gosto que os outros me digam o que fazer; Não gosto da dor no meu peito; Não gosto que os outros não percebam o que me incomoda; Não gosto de imaginar coisas ruins; Não gosto de pensar que coisas boas são frágeis; Não gosto de me sentir indefeso; Não gosto de transparecer fraqueza; Não gosto que os outros achem que sabem tudo sobre mim; Não gosto de ser comum; Não gosto que tentem adivinhar o que penso ou o que sinto; Não gosto de sentir saudades; Não gosto de não estar perto de quem eu gosto; Não gosto de não realizar sonhos; Não gosto de só olhar; Não gosto de só falar; Não gosto de só... Não gosto das coisas fáceis, e tão pouco as impossíveis; Não gosto de não aprender na primeira vez, nem na segunda, nem na terceira; Não gosto d...
Com certeza eu já devo ter escrito sobre isso aqui, sobre o tempo, o aprendizado e a serenidade que ele traz. Por muitas vezes me peguei pensando do porque do caminho que tracei e permeio até hoje, pensar no passado, com saudade de alguns momentos e com arrependimento de outros, mas no fim entender que isso é completamente normal e cíclico, firmando com absoluta certeza de que farei o mesmo em alguns anos a frente. Desde muito cedo entendi que conseguiria as coisas com esforço, com a minha vontade, com o meu querer, no caminho que percorri até agora, gosto de pensar que grande parte do que consegui foi devido a isso mesmo, mas também não sou hipócrita pra não creditar a sorte que esse mesmo caminho me presenteou em diversas formas...pessoas, oportunidades e chances. Outra coisa que também aprendi sobre mim mesmo com o tempo, é que a inquietação constante não é uma inimiga, ela é o contrario, e me ajudou a aprender coisas, conhecer pessoas, ir a lugares, que eu nunca...
Sobe lá. Sobe lá!!!! A mae encoraja o pequeno a subir no galho da árvore, ele quer, ele tem vontade, mas quando olha pra cima, percebe a magnitude e grandiosidade que lhe aguarda, tem medo e ao mesmo tempo, tem a coragem. Sobe lá. Sobe lá! Sobe lá! Um passo de cada vez ele escala, sem olhar para baixo, exceto por um relampejo que o faz olhar direto nos olhos caramelo de sua mae, sua heroina, seu maior incentivo. Sobe mais. Sobe mais Ja em uma altura amedrontadora, e sem a duvida de preocupacao de sua mae (sente no tremor da voz) se surpreende com mais esse incentivo, o de nao parar, o de querer mais, saber mais, subir mais, ja ali, naquele momento, mesmo pequeno do jeito que é, comeca a perceber que as pessoas nao sao o que parecem, nem mesmo sua mae. Como é ai? Lá de cima ele olha, nao tem mais para onde ir a nao ser para baixo, ele para e olha, nao dando muita atencao para o que sua mae esta dizendo la em baixo, afinal de contas ela esta la ...
To tentando descobrir...
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